* Esta minha poesia * Simples como o meu valor * São os sopros da magia * Com que descrevo o amor *
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Dedico este blogue aos que me compreendem... aos que me aceitam com defeitos e virtudes... aos que me ajudam a existir e a SER FELIZ...
Blogue especialmente dedicado á minha filha!
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Visite o blogue > FADOS do FADO > http://fadosdofado.blogspot.com/
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
*LIVRO de VISITAS*
A ausência do LIVRO é a unica forma de evitar que pessoas mal formadas possam *covardemente* descarregar frustrações

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

... os poetas escrevem para a voz do povo ...
se gosta d'algum dos 300 temas que aqui publiquei, e se entende que a minha poesia é digna da sua alma fadista, não hesite...
CANTE-ME
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Memória

---
Naquela casa antiga, onde o fado morou
Há marcas de saudade, há marcas de desejo
Ao som duma cantiga, uma mulher amou
Na musicalidade, e no calor dum beijo

Encostado a um canto, existe um candeeiro
Que foi, vezes sem fim, o luar da saudade
Também existe um manto, aconhego primeiro
Duma flor de jasmim, irmã da felicidade

Ao fundo, ainda se vê, o perfil dum poeta
Que fez rimas ao fado, inspirado p'la lua
E sem saber porquê, há uma porta aberta
Que tem um fado errado, é esquina da rua

A guitarra velhinha, abandonada e triste
Relembra com saudade, as cordas que tivera
Morreu uma andorinha, a saudade persiste
Mas na realidade, ainda é primavera

Dezembro 2006

0 comentários: